Monthly Archives: Novembro 2010

Twitter: 15 razões para ser usado pelos media

Why Twitter matters for media organisations“, de Alan Rusbridger traz-nos 15 razões para o twitter ser usado pelos media, nomeadamente pelos jornalistas.

  1. It’s an amazing form of distribution
  2. It’s where things happen first
  3. As a search engine, it rivals Google
  4. It’s a formidable aggregation tool
  5. It’s a great reporting tool
  6. It’s a fantastic form of marketing
  7. It’s a series of common conversations. Or it can be
  8. It’s more diverse
  9. It changes the tone of writing
  10. It’s a level playing field
  11. It has different news values
  12. It has a long attention span
  13. It creates communities
  14. It changes notions of authority
  15. It is an agent of change

 

Para saber mais pormenorizadamente sobre cada um dos pontos, leia o texto na íntegra.

Como fazer com que as grandes histórias venham até si

Uma ideia engraçada e original, no mínimo: How to make great stories come to you.

Participação dos leitores: o papel do jornalismo comunitário

No artigo “When The News Lets Everyone Really Participate, It Changes The Way News Works” fala-se das novas formas de participação do público. Não apenas a possibilidade de comentar os textos, mas principalmente o seu papel na própria construção da notícia.

É preciso estar atento a novas tendências. O público pretende ser cada vez mais activo no processo de comunicação. Mas  também compreender o que esse fenómeno traz de bom e quais são os seus riscos/problemas.

Contudo, penso que será cada vez mais o caminho, especialmente nas publicações locais/regionais. Voltar a ligar as publicações às comunidades que servem, contribuindo para um envolvimento maior dos cidadãos.

Educação para os media: jornal-escola

Aproveito o post no Local Media PT sobre a parceria do jornal A Reconquista com algumas escola locais (Castelo Branco), para chamar a atenção para essa relação especial que pode ser conseguida entre meios locais e escolas.

Como refere o Pedro, existe uma “dupla importância” nestes projectos e parcerias: “1) a educação para os media e 2) o aproveitamento de nichos, como são os casos da educação e da informação local”.

Já existem vários projectos destes um pouco por todo o país. Eu própria fiz parte de um “programa escolar” na rádio local Maré Alta. Contudo, penso que muito mais pode ser feito. Tanto ao nível da educação para os media, numa procura de chamar os jovens para a leitura de notícias e para o contacto com os meios de comunicação social (não só os jornais). Como também de verdadeiras parcerias entre os media e os alunos/jovens, podendo estes contribuir com trabalhos jornalísticos. Não só os alunos ganham novas habilidades e experiência (neste mercado de trabalho tão sobrelotado), como os meios ganham ali uma nova fonte de trabalho. E quem melhor para participar nesta parceria senão os órgãos locais/regionais?

Muito disto se tem feito lá fora, com projectos fortes, por exemplo, entre universidades e media (veja-se o recente caso do East Village). Espero que por cá também seja cada vez mais uma realidade e prática comum.

As 5 secções mais importantes para um media local

The five most important beats for a local newspaper or website traz-nos as 5 secções mais importantes para um media local, segundo Robert Niles.

São elas: comida, educação, trabalho, negócios e fé. Robert argumenta que estas são as que mais interessam à comunidade, assim como a possíveis anunciantes. Como tal também a sustentabilidade económica do meio poderá ser assegurada.

Para além disso refere ainda outras secções comuns como o desporto, o entretenimento,o  tempo, crime&tribunais, comédia, governo/política e saúde.

Um artigo interessante que merece leitura.

10 lições-chave para quem começa um site hiperlocal

Na conferência realizada pela Online News Association (ONA) foi discutida a questão dos sites hyperlocais, o seu boom e os seus sucessos e falhanços.

A partir desse debate o Online Journalism Review trouxe-nos as “top 10 key lessons for hyperlocal journalism startups from ONA10“:

  1. Successful doesn’t mean beautiful
  2. Legal stuff isn’t rocket science
  3. There is no such thing as free content
  4. Follow the data
  5. Focus on money from day one
  6. Advertisers are buying your audience, not funding your stories
  7. Grants don’t come for free
  8. Focus on multiple revenue models
  9. Technology should be fast and cheap
  10. Stop whining and just do it

Hyperlocal voices: entrevistas a não perder

Hyperlocal voices é um dossier de entrevistas feitas a responsáveis por sites hyperlocais. Cada entrevista, um site.

Em poucas questões (quase sempre as mesmas), o jornalista Paul Bradshaw, procura saber quem são as pessoas por trás do site, porque o criaram, quando e como, que outros sites os influenciaram, como é a relação com os media tradicionais, quais foram os momentos mais importantes e qual tráfico do site.

Vale a pena serem lidas na procura por outras opiniões, ideias, inspiração.