A supremacia das fontes institucionais

“Reconheço (…) que a esmagadora maioria das peças publicadas resulta de acontecimentos de agenda e provenientes de fontes institucionais”, referiu o director do portal regional Setúbal na Rede. A afirmação de Pedro Brinca surge numa crónica da provedoria do mesmo órgão de comunicação social, onde Luís Bonixe reflecte sobre a falta de diversidade de fontes de informação nas peças do portal.

Este texto vem chamar a atenção, mais uma vez, para um problema que Pedro Brinca diz acontecer “não só no Setúbal na Rede como na grande maioria dos meios de comunicação de todo o país, em grande parte pelos fracos recursos existentes”.

É, de facto uma realidade que se constata facilmente na grande maioria dos jornais (e não apenas nos “pequenos”) e que levanta problemas ao nível da diversidade de fontes e perspectivas, assim como das temáticas abordadas. É preciso reflectir sobre ele e delinear estratégias e soluções.

Leia o artigo completo aqui.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s